um apetite imoral e um motivo intimidador-
não se precisa mais pudor,
coragem
nem consciência,
quatro cervejas bastam!
sábado, 1 de agosto de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
domingo, 1 de março de 2009
beijar outras bocas e se atirar num abismo de falsidades ideológicas serviu pro tamanho da sua insensatez, caiu muito bem com sua noção de conquista barata e desejo reprimido. está na hora de dar meia volta e levar meu desaforo pra casa, levar todo o meu desconsolo com você pra acompanhar seu jogo de sedução inútil da vida. e não me venha com qualquer olhar mais profundo,pronfundamente bipolar e lotado de uma dissimulação chata e incoveniente. e me dá um cigarro? vou despejar a fumaça da minha hostilidade no seu amor desnaturado de amor. vou tocar toda sua vaidade e apertar com toda a minha vontade voraz, vou gozar com ela e não me despedirei. e se depender de toda a minha desilusão, o deserto de mim vai penetrar no seu insinuado corpo cheio de curvas precisas e exatas, um corpo, minuciosamente, emoldurado de beleza e preenchido de sensualidade. é difícil esquecer todo aquele tesão aceso na memória da minha pele, mais difícil ainda é mantê-lo aceso. não permaneça na minha vida, irá se arrepender de ter entrado num labirinto do meu desprezo e pena, do meu rancor e sarcasmo, da minha indiferença e respeito porque não se perde a pose, meu bem, não se cai do salto depois de ter aprendido como manuseá-lo.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
uma casa sem teto, a porta foi arrancada, os móveis jogados com distâncias equivalentes entre si, uns ali, outros fora; uma escada pela metade e a lareira recentemente apagada como se ali tivesse passado um furacão.
um corpo sem cabeça, o coração levado, uns ali,outros não;a razão pela metade e um sentimento aceso como se tivesse passado um em um milhão.
um medo sem liberdade, a peça que não te deixa mover, o jogo em xeque mate previsto como se não tivesse fim depois que o rei se deitou.
a certeza de ter passado e o futuro pra passar surdo, um aqui,outro em fuga;um presente sem mais nem menos como se fosse um fenônemo que só acontece, que só ao acaso.
um resumo de mais um caso.
um corpo sem cabeça, o coração levado, uns ali,outros não;a razão pela metade e um sentimento aceso como se tivesse passado um em um milhão.
um medo sem liberdade, a peça que não te deixa mover, o jogo em xeque mate previsto como se não tivesse fim depois que o rei se deitou.
a certeza de ter passado e o futuro pra passar surdo, um aqui,outro em fuga;um presente sem mais nem menos como se fosse um fenônemo que só acontece, que só ao acaso.
um resumo de mais um caso.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
vegetando em espaços de tempos
e passos calados
como se num sussurro da noite
o movimento, o som e o visível
invadissem o céu que se põe
à todo segundo à se viver.
a espera, narrando todo o
circuito da solidão, envolve
todo o sistema nervoso ideológico
e natural
porque isso se vive. - se pensa
em viver, ou seja, estarvivo
intelectualmente.
entorpercer-me é só uma
coisa à se fazer que posso fazer,
já fiz e farei de novo,
bem como uma rotina nutritiva
do pensamento de liberdade,
o pensamento separado,
uma carta fora de todo e qualquer baralho.
a noite vem e vai,
fragmenta todas
as sensações intencionalmente.
- pilantra!
e passos calados
como se num sussurro da noite
o movimento, o som e o visível
invadissem o céu que se põe
à todo segundo à se viver.
a espera, narrando todo o
circuito da solidão, envolve
todo o sistema nervoso ideológico
e natural
porque isso se vive. - se pensa
em viver, ou seja, estarvivo
intelectualmente.
entorpercer-me é só uma
coisa à se fazer que posso fazer,
já fiz e farei de novo,
bem como uma rotina nutritiva
do pensamento de liberdade,
o pensamento separado,
uma carta fora de todo e qualquer baralho.
a noite vem e vai,
fragmenta todas
as sensações intencionalmente.
- pilantra!
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