sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

vegetando em espaços de tempos
e passos calados
como se num sussurro da noite
o movimento, o som e o visível
invadissem o céu que se põe
à todo segundo à se viver.

a espera, narrando todo o
circuito da solidão, envolve
todo o sistema nervoso ideológico
e natural
porque isso se vive. - se pensa
em viver, ou seja, estarvivo
intelectualmente.

entorpercer-me é só uma
coisa à se fazer que posso fazer,
já fiz e farei de novo,
bem como uma rotina nutritiva
do pensamento de liberdade,
o pensamento separado,
uma carta fora de todo e qualquer baralho.

a noite vem e vai,
fragmenta todas
as sensações intencionalmente.
- pilantra!

Um comentário:

diegocapdeville disse...

pilantragem,
o texto se chama o apodrecer eterno da natureza e a desconstrução fatal da beleza.
leia e comente! ;]