sabe de onde vim?
não vim, me botaram aqui.
não foi escolha
nem excessão,
muito menos destino.
o acaso me botou no mundo.
poderiam vir muitos- e eles vieram-
mas fui eu
o grande acidente da vida.
fui condenada a viver antes de vir
e ainda tenho que morrer.
desta vez a culpa é do destino!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
vegetando em espaços de tempos
e passos calados
como se num sussurro da noite
o movimento, o som e o visível
invadissem o céu que se põe
à todo segundo à se viver.
a espera, narrando todo o
circuito da solidão, envolve
todo o sistema nervoso ideológico
e natural
porque isso se vive. - se pensa
em viver, ou seja, estarvivo
intelectualmente.
entorpercer-me é só uma
coisa à se fazer que posso fazer,
já fiz e farei de novo,
bem como uma rotina nutritiva
do pensamento de liberdade,
o pensamento separado,
uma carta fora de todo e qualquer baralho.
a noite vem e vai,
fragmenta todas
as sensações intencionalmente.
- pilantra!
e passos calados
como se num sussurro da noite
o movimento, o som e o visível
invadissem o céu que se põe
à todo segundo à se viver.
a espera, narrando todo o
circuito da solidão, envolve
todo o sistema nervoso ideológico
e natural
porque isso se vive. - se pensa
em viver, ou seja, estarvivo
intelectualmente.
entorpercer-me é só uma
coisa à se fazer que posso fazer,
já fiz e farei de novo,
bem como uma rotina nutritiva
do pensamento de liberdade,
o pensamento separado,
uma carta fora de todo e qualquer baralho.
a noite vem e vai,
fragmenta todas
as sensações intencionalmente.
- pilantra!
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