Aqui na Terra tão ditando o popular

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

morre de dor
morre de ser
morre sem ver
morre sem amor.
desperdiça
um inflado peito,
de qualquer jeito.
agora cheira
à carniça.
acordou morto.
impossível,
mas se sensível,
a alvorada
hoje é assassina.
e sua dilacerada
presença mórbida,
fétida e odiada
agora ensina
(um recém-morto)
num tom cantado:
a se arrepender
de não ter amado.
Postado por Aqui na Terra tão ditando o popular às 11:22

2 comentários:

Anônimo disse...

Muito bonito, parabéns!

24 de dezembro de 2007 às 03:44
Allana disse...

morto mórbido

28 de dezembro de 2007 às 16:33

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